
Em vez do Halloween tradicional, o Olga Speakeasy (av. Vicente Machado, 664, Batel, Curitiba) programou para as noites de 30 e 31 de outubro “O Pesadelo Elegante”, um baile de máscaras que troca fantasias óbvias, monstros e sangue por anonimato, surrealismo e estranheza em traje fino.
A resposta do público veio antes mesmo da primeira noite: o dia 30 está todo vendido e restam algumas vagas para o 31. A partir das 19h, a botica do Grupo T2 ganha uma ambientação criada especialmente para o baile, com iluminação baixa, elementos surrealistas e taxidermia compondo um cenário em que o sofisticado encontra o inesperado. Para entrar, há um código simples: traje elegante e rosto escondido.
“Não queríamos fazer simplesmente uma decoração de Halloween. A proposta é interferir no universo que já existe no Olga e criar uma experiência completamente diferente. A luz muda, a música muda, a botica ganha outros elementos e os próprios convidados passam a fazer parte desse cenário”, afirma Eduardo Marcondes, sócio do Olga Speakeasy.
A transformação também chega à música. Quem assume o som nas duas noites é o Soundman Pako, com uma seleção que se afasta do jazz, soul e R&B que costumam fazer parte da identidade musical do Olga.
A pista vai circular por diferentes vertentes ao longo da noite, passando por jazz noir, downtempo, trip-hop, nu-jazz, indie dance, dark disco, nu-disco, house, progressive house e techno melódico. A dinâmica da casa também muda. Não haverá reserva de mesas. A proposta é deixar o público circular pelo espaço e fazer com que o próprio salão se transforme conforme a noite avança.
No balcão, alguns drinks ganham ares de elixires e fórmulas especiais foram pensadas exclusivamente para O Pesadelo Elegante.
Não se trata de uma festa à fantasia. O dress code pede traje fino ou elegante, enquanto a máscara é obrigatória durante toda a permanência no baile. Vale máscara tradicional, véu, flores, objetos ou outras criações capazes de esconder o rosto. Não existe um modelo determinado, mas há uma regra: não será permitida a permanência com o rosto totalmente descoberto.
“A máscara muda a maneira como você entra, observa e se relaciona com o ambiente. Não queríamos que fosse algo usado apenas para uma foto e depois guardado no bolso. Quem entra no Pesadelo Elegante aceita o código daquela noite, mas pode interpretá-lo à sua maneira”, explica Marcondes.
(Fonte: RS Comunicação)
