
Depois de reformas que duraram 19 meses, o Copacabana Palace, do Rio de Janeiro, inaugurou seu Edifício Piscina, composto apenas por suítes – são 68, todas com varanda privativa e a maioria com vista para a piscina e para a praia. O prédio destinou, ainda, cinco andares ao Copa Wellness Club, com o primeiro Dior Spa da América Latina, que começa a operar em 15 de novembro; o Lumio, novo restaurante assinado pelo chef Nello Cassese; uma piscina; o novo Bar do Copa; e uma boutique dedicada a criações brasileiras.
O Edifício Piscina foi construído em 1948 – 25 anos depois da inauguração do Copa, em 1923 – para receber os hóspedes que vinham ao Rio passar temporadas. Quase oitenta anos depois, ele retorna pelo mesmo motivo, para viajantes que querem ficar mais tempo e viver esses dias de maneiras diferentes.
Com a fachada eclética do francês Joseph Gire, o Copacabana Palace deslocou o centro de gravidade do Rio para a Zona Sul. Nos anos 1940, quando a vida carioca migrou para o lazer ao ar livre, Wladimir Alves de Souza ergueu o Edifício Piscina como um contraponto modernista, em Art Déco, ao palácio. Agora, a renovação foi confiada ao arquiteto Ivan Rezende, premiado pelo Instituto de Arquitetos do Rio de Janeiro pela restauração do teatro do Copa, em 2021.
Com a reabertura, o hotel passa a somar 208 quartos e suítes. As novas suítes – as do Piscina, com diárias a partir de R$ 6.500, mais taxas – são as mais espaçosas da história do Copa e acomodam de duas a cinco pessoas. Entre as seis novas categorias estão as Suítes de Dois Quartos com Vista para a Piscina e o Mar, com 165 m², e a Carioca Suite, a Signature Suite do Edifício Piscina. Cobertura de dois quartos no 11º andar, com vista para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, ela integra a coleção Signature Suites & Villas, que reúne as acomodações mais exclusivas da Belmond no mundo.
Os interiores desenhados por Rezende combinam madeiras nativas em tons de mel e tabaco, pedras de diferentes regiões do país e ícones de Sergio Rodrigues. Xilogravuras exclusivas de Ciro Fernandes retratam a fauna e a flora brasileiras; o mestre da marchetaria Maqueson Pereira da Silva, vencedor do Prêmio Unesco de Excelência para o Artesanato da América do Sul de 2024, cria cenas amazônicas com madeira reaproveitada do leito dos rios; e tapetes inspirados em imagens de satélite do Rio Juruá, no Acre, levam a floresta, vista do céu, aos pés do hóspede.
(Fonte: FSB Holding/Assessoria Belmond Hotel)
